Com paralisação de auditores, filas começam a se formar na fronteira

14/07/2016 12:32

A paralisação dos auditores fiscais e analistas tributários da Receita Federal do Brasil já provoca filas em Corumbá, na fronteira com a Bolívia e a 419 km de Campo Grande, e em Mundo Novo, na fronteira com o Paraguai – distante 476 km da Capital. Nos dois postos, o movimento recebeu adesão dos agentes tributários.

Em Corumbá, são 15 auditores e 18 analistas tributários que aderiram à paralisação nacional. Os servidores estão concentrados no Posto Estra, na fronteira com a Bolívia.

 “Estamos parando veículos, tanto entrando quanto saindo do país. Já fizemos retenção de mercadorias e o trânsito está bem complicado nesse momento, com formação de filas”, informou ao Campo Grande News a auditora fiscal Francielle Araújo de Marco.

 

Mundo Novo – Já em Mundo Novo, na região extremo-sul de Mato Grosso do Sul, divisa com o Paraná, 14 dos 16 auditores aderiram à paralisação desta quinta-feira.

Yone de Oliveira, auditora fiscal e representante sindical em Mundo Novo, disse que até às 10h não havia fila, já que a mobilização foi comunicada com antecedência.

 “Ainda não temos transtornos de filas, nem de caminhões e veículos porque eles sabem que não adianta vir. Exigimos o cumprimento do acordo que havíamos firmado com o governo federal. Aguardamos o envio da medida provisória para o Congresso Nacional com os itens aprovados nas negociações”, afirmou a auditora.

 

Ponta Porã – Posto com maior movimento de cargas em Mato Grosso do Sul, a delegacia da Receita Federal do Brasil em Ponta Porã, a 323 km de Campo Grande, está com as principais atividades paralisadas nesta quinta-feira (14) devido ao movimento nacional dos auditores fiscais.

 

Apenas cargas perecíveis e cargas vivas estão sendo liberadas. Turistas que fazem compras no Paraguai e precisam declarar os produtos também serão atendidos durante o dia, mas outros serviços, inclusive recebimento de mercadorias apreendidas por contrabando e descaminho, não serão feitos.

 

“Mercadorias e veículos que forem apreendidos pela polícia com muamba também não serão recebidos aqui em Ponta Porã. Nossa intenção não é prejudicar a população, mas sim chamar a atenção do governo para um compromisso feito com a categoria e que não está sendo cumprido”, afirmou Silvério Martins da Costa, chefe da equipe aduaneira em Ponta Porã.

 

Protesto – O Sindifisco (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal) informou que a paralisação acontecerá às terças e quintas, em protesto à demora do governo em enviar ao Congresso Nacional o projeto de lei para reajustar os salários da categoria.

 

Fonte: Campo Grande News Foto: Divulgação

 

 

A paralisação desta quinta atinge também as unidades da Receita Federal do Brasil em Campo Grande, Dourados, Corumbá e Mundo Novo. Nos postos localizados na fronteira os auditores fazem a chamada “operação padrão”, para retardar a liberação das cargas. Nas demais cidades apenas serviços essenciais não serão afetados.A paralisação dos auditores fiscais e analistas tributários da Receita Federal do Brasil já provoca filas em Corumbá, na fronteira com a Bolívia e a 419 km de Campo Grande, e em Mundo Novo, na fronteira com o Paraguai – distante 476 km da Capital. Nos dois postos, o movimento recebeu adesão dos agentes tributários.
 
 
 
Em Corumbá, são 15 auditores e 18 analistas tributários que aderiram à paralisação nacional. Os servidores estão concentrados no Posto Estra, na fronteira com a Bolívia.
 
“Estamos parando veículos, tanto entrando quanto saindo do país. Já fizemos retenção de mercadorias e o trânsito está bem complicado nesse momento, com formação de filas”, informou ao Campo Grande News a auditora fiscal Francielle Araújo de Marco.
 
Mundo Novo – Já em Mundo Novo, na região extremo-sul de Mato Grosso do Sul, divisa com o Paraná, 14 dos 16 auditores aderiram à paralisação desta quinta-feira.
 
Yone de Oliveira, auditora fiscal e representante sindical em Mundo Novo, disse que até às 10h não havia fila, já que a mobilização foi comunicada com antecedência.
 
“Ainda não temos transtornos de filas, nem de caminhões e veículos porque eles sabem que não adianta vir. Exigimos o cumprimento do acordo que havíamos firmado com o governo federal. Aguardamos o envio da medida provisória para o Congresso Nacional com os itens aprovados nas negociações”, afirmou a auditora.
 
Ponta Porã – Posto com maior movimento de cargas em Mato Grosso do Sul, a delegacia da Receita Federal do Brasil em Ponta Porã, a 323 km de Campo Grande, está com as principais atividades paralisadas nesta quinta-feira (14) devido ao movimento nacional dos auditores fiscais.
 
Apenas cargas perecíveis e cargas vivas estão sendo liberadas. Turistas que fazem compras no Paraguai e precisam declarar os produtos também serão atendidos durante o dia, mas outros serviços, inclusive recebimento de mercadorias apreendidas por contrabando e descaminho, não serão feitos.
 
“Mercadorias e veículos que forem apreendidos pela polícia com muamba também não serão recebidos aqui em Ponta Porã. Nossa intenção não é prejudicar a população, mas sim chamar a atenção do governo para um compromisso feito com a categoria e que não está sendo cumprido”, afirmou Silvério Martins da Costa, chefe da equipe aduaneira em Ponta Porã.
 
Protesto – O Sindifisco (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal) informou que a paralisação acontecerá às terças e quintas, em protesto à demora do governo em enviar ao Congresso Nacional o projeto de lei para reajustar os salários da categoria.
 
A paralisação desta quinta atinge também as unidades da Receita Federal do Brasil em Campo Grande, Dourados, Corumbá e Mundo Novo. Nos postos localizados na fronteira os auditores fazem a chamada “operação padrão”, para retardar a liberação das cargas. Nas demais cidades apenas serviços essenciais não serão afetados.
 
Paralisação de auditores impede passagem de mercadorias na fronteira com a Bolívia (Foto: Divulgação)